O Atlético-MG enfrentará o Bahia neste sábado, pelo Brasileirão, em um duelo que marcará a retomada de jogos do Galo. O Bahia é comandado pelo Grupo City, um conglomerado que comprou a SAF (Sociedade Anônima do Futebol) do clube. O Grupo City tem uma história de negociações com o Atlético nos últimos anos e tem o Manchester City como modelo de gestão. O proprietário da SAF do Atlético, Rubens Menin, é um grande admirador do modelo de gestão do Manchester City e já visitou o clube inglês para aprender com a experiência.
À medida que o mercado de futebol continua a evoluir, os clubes brasileiros estão procurando por novas formas de gestão e administração. O Atlético-MG é um exemplo disso, com a SAF (Sociedade Anônima do Futebol) sendo comandada pelo Grupo City, um conglomerado que tem uma longa história de negociações com o Galo. Em 2022, o Grupo City apresentou uma oferta de R$ 1 bilhão para adquirir 51% do futuro clube-empresa atleticano, mas não conseguiu fechar a negociação.
Grupo City e a SAF do Atlético
O Grupo City é um conglomerado que tem uma grande presença no futebol inglês, com o Manchester City sendo um dos seus principais times. O clube inglês é conhecido por sua gestão eficiente e sua capacidade de atrair jogadores de alta qualidade. O Grupo City também tem uma presença no futebol espanhol, com times como o Girona e o Troyes.
Savinho e a relação com o Atlético
O atacante Savinho é um exemplo de como o Grupo City pode usar sua influência para atrair jogadores para seus times. Revelado nas categorias de base do Atlético, Savinho foi comprado pelo Grupo City em 2022 por 6,5 milhões de euros (cerca de R$ 33,5 milhões à época). O Galo manteve 12,5% dos direitos econômicos do jogador no acordo, além de direitos pelo mecanismo de solidariedade.
Modelo de gestão do Manchester City
O proprietário da SAF do Atlético, Rubens Menin, é um grande admirador do modelo de gestão do Manchester City. Ele visitou o clube inglês para aprender com a experiência e disse que foi impressionado com a eficiência da gestão do City. O modelo de gestão do Manchester City é baseado em uma combinação de investimentos em infraestrutura, marketing e gestão de jogadores.
Implicações para o Atlético-MG
A influência do Grupo City sobre o Atlético-MG pode ter implicações importantes para o clube. Com a SAF do Atlético sendo comandada pelo Grupo City, é possível que o Galo receba mais apoio financeiro e recursos para investir em sua infraestrutura e gestão de jogadores. No entanto, também é possível que o clube brasileiro perca sua autonomia e seja mais vulnerável às decisões do Grupo City.
Conclusão
O duelo entre o Atlético-MG e o Bahia neste sábado é mais do que uma simples partida de futebol. É um exemplo de como os clubes brasileiros estão procurando por novas formas de gestão e administração. O Grupo City e a SAF do Atlético são partes de um jogo mais amplo, em que a influência do conglomerado pode ter implicações importantes para o clube brasileiro.

Escritor especializado em cobrir notícias sobre o mundo do futebol. Apaixonado por contar as histórias por trás dos jogos e dos jogadores







