– O ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, confirmou a veracidade dos gastos com o cartão corporativo do clube durante sua gestão em 2020.
– Andrés se comprometeu a ressarcir os valores devidos ao clube após a repercussão do caso.
– O valor reembolsado inclui correções monetárias e corresponde a despesas que, segundo o próprio Andrés, foram de uso particular.
– O cartão corporativo do clube é destinado exclusivamente a despesas institucionais, como hotelaria, viagens e alimentação.
– O Conselho Fiscal agendou uma reunião para discutir a possível expulsão de Andrés Sanchez do quadro associativo do clube.
Andrés Sanchez, ex-presidente do Corinthians, recentemente gerou um escândalo após a divulgação de uma fatura de R$ 50 mil, que incluía gastos pessoais realizados com o cartão corporativo da presidência durante sua gestão em 2020. O valor reembolsado inclui correções monetárias e corresponde a despesas que, segundo o próprio Andrés, foram de uso particular.
Ex-presidente confirma os gastos
Após a repercussão do caso, Andrés confirmou a veracidade dos gastos ao jornalista Marco Bello e se comprometeu a ressarcir os valores devidos. Os custos de uso pessoal somavam R$ 9.416, mas o ex-dirigente depositou R$ 15 mil, já com a devida correção, diretamente na conta do Corinthians.
O cartão corporativo e suas regras
O cartão corporativo do clube é destinado exclusivamente a despesas institucionais, como hotelaria, viagens e alimentação. A fiscalização desses gastos é responsabilidade do Conselho Fiscal, ligado ao Conselho Deliberativo (CD). O uso pessoal desses cartões é proibido e pode resultar em sanções para os responsáveis.
A reação do clube e do Conselho Fiscal
O Conselho Fiscal agendou uma reunião para a próxima segunda-feira (14) para discutir a possível expulsão de Andrés Sanchez do quadro associativo do clube. Isso ocorreu após a divulgação da fatura e a confirmação dos gastos por parte de Andrés.
A gestão de Andrés Sanchez
Andrés presidiu o Corinthians entre 2007 e 2011 e, novamente, de 2018 a 2020. Desde então, tornou-se conselheiro vitalício e membro nato do Conselho de Orientação (Cori), órgão previsto no estatuto alvinegro e responsável por fiscalizar a gestão do clube.
Consequências de uso pessoal de cartões corporativos
O uso pessoal de cartões corporativos pode ter consequências graves para os responsáveis. Isso inclui a perda do cargo, a exclusão do quadro associativo do clube e até mesmo a responsabilização civil e penal. A fiscalização desses gastos é essencial para garantir a transparência e a ética nos gestores do clube.

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