– Luiz Eduardo Baptista, o Bap, presidente do Flamengo, critica a divisão dos ganhos entre os clubes em caso de uma liga organizada no futuro.
– Bap diz que o Flamengo não aceitará receber 3,5 vezes a mais do que os clubes pequenos e que não haverá acordo com essas condições.
– Leila Pereira, presidente do Palmeiras, rebate as declarações de Bap e afirma que o Palmeiras precisa de outros clubes para jogar.
– Leila sugere que a divisão das receitas seja feita de forma justa e que todos os clubes sejam fortes para valorizar o produto.
– A LFU propõe um limite de 3,5% de disparidade na divisão das receitas, enquanto a Libra sugere uma divisão baseada no desempenho esportivo e na audiência.
**A crítica de Bap à divisão dos ganhos**
Nos últimos dias, Luiz Eduardo Baptista, o Bap, presidente do Flamengo, deu uma entrevista ao canal oficial do Rubro-Negro e fez duras críticas à proposta de divisão de ganhos entre os clubes, caso uma liga seja formada nos próximos anos. Bap disse que o Flamengo não aceitará receber 3,5 vezes a mais do que os clubes pequenos e que não haverá acordo com essas condições. Ele afirmou que o Flamengo não será desapropriado e que não vai endossar essa proposta. “Sabe quando vou aceitar receber 3,5 vezes a mais do que os clubes pequenos? Nunca! Não vai acontecer acordo nessas condições. O Flamengo não será desapropriado. Isso é a desapropriação de um ativo que é nosso por nenhuma razão, nenhum critério, nenhum mérito que possa ser aventado”, disparou Bap.
**A resposta de Leila Pereira**
Nesse domingo (20), Leila Pereira, presidente do Palmeiras, deu entrevista à CNN e respondeu às declarações de Bap sobre a criação da liga do futebol brasileiro. Leila disse que o Palmeiras precisa de outros clubes para jogar e que não vai ter uma postura prepotente de dizer que o Palmeiras é maior que o futebol brasileiro. “Jamais vou ter uma postura prepotente de dizer que o Palmeiras é maior que o futebol brasileiro (…) Eu penso diferente do presidente do Flamengo. Se for o melhor para o futebol brasileiro, podemos sentar e conversar o que seria mais justo ser feito”, iniciou a mandatária.
**A proposta da LFU e da Libra**
Nos últimos anos, dois blocos de clubes brasileiros, Libra e LFU, apresentaram planos para a divisão dos direitos de transmissão caso uma liga seja criada no futebol nacional. A Liga Forte União (LFU), também conhecida como Liga Forte Futebol, propõe um limite de 3,5% de disparidade na divisão das receitas, buscando evitar qualquer desequilíbrio financeiro. Já a Libra, organização que inclui o Flamengo, sugere que 30% do valor total seja dividido igualmente entre os clubes, com 22% baseado no desempenho esportivo e 48% atrelado à audiência.
**A importância de uma divisão justa**
A divisão justa das receitas é fundamental para o sucesso de uma liga no futebol brasileiro. Se os clubes pequenos forem desapropriados ou receberem uma parte muito pequena das receitas, eles não terão a chance de crescer e melhorar. É importante que todos os clubes sejam fortes e tenham uma chance igual de disputar a liga. A LFU e a Libra estão trabalhando em direções diferentes para a divisão das receitas, mas é importante que eles encontrem um meio-termo que atenda às necessidades de todos os clubes.
**Conclusão**
A crítica de Bap à divisão dos ganhos entre os clubes é um sinal de que a liga não será fácil de criar. No entanto, é importante que os clubes trabalhem juntos para encontrar uma solução justa e que atenda às necessidades de todos. A divisão justa das receitas é fundamental para o sucesso de uma liga no futebol brasileiro e é importante que os clubes sejam fortes e tenham uma chance igual de disputar a liga.

Escritor especializado em cobrir notícias sobre o mundo do futebol. Apaixonado por contar as histórias por trás dos jogos e dos jogadores







