O Vasco acertou a venda de João Victor para o CSKA Moscou, da Rússia, em um movimento que marca o fim de uma era de investimentos pesados no futebol da equipe carioca. O zagueiro, que foi a primeira contratação da gestão de Alexandre Mattos, foi vendido por cerca de R$ 32 milhões em valores da época, mas o valor da sua contratação subiu para R$ 40 milhões com a permanência do Vasco na Série A em 2024.
**O fracasso da primeira janela de transferências do Vasco**
A venda de João Victor é um dos primeiros sinais de que a gestão de Alexandre Mattos não conseguiu fazer jus aos valores investidos nos reforços do Vasco. Dos nove jogadores contratados pelo clube, apenas Adson, Sforza, David e Victor Luís ainda estão no time. Os outros cinco jogadores já deixaram o clube, sem deixar saudades.
**A crítica à gestão da SAF do Vasco**
A venda de João Victor é um dos principais alvos de crítica da gestão de Pedrinho quanto à saúde financeira da SAF do Vasco. O presidente já declarou publicamente que a “folha salarial superfaturada” e os valores pagos pela 777 em transferências de jogadores que não corresponderam em campo são exemplos de má gestão.
**O mercado do Cartola vai fechar**
Com a saída de João Victor, o Vasco pode intensificar as conversas para contratar um substituto nesta janela de transferências. Carlos Cuesta é o principal alvo do clube neste momento.
**A escaladação base do Vasco**
A espinha dorsal da equipe foi montada por Paulo Bracks, Lúcio Barbosa e Pedrinho/Marcelo Sant’anna. A escaladação base do Vasco é composta por Léo Jardim, Paulo Henrique, Mauricio Lemos, Lucas Freitas, Lucas Piton, Hugo Moura, Tchê Tchê, Nuno Moreira, Coutinho, Rayan e Vegetti.
**A negociação de João Victor**
João Victor, de 26 anos, custou 6 milhões de euros (R$ 32 milhões em valores da época) quando foi contratado pelo Vasco, mas o valor da sua contratação subiu para 7 milhões de euros com a permanência do Vasco na Série A em 2024.
Por que o Vasco teve que vender João Victor?
O Vasco acertou a venda de João Victor para o CSKA Moscou, da Rússia, em um movimento que marca o fim de uma era de investimentos pesados no futebol da equipe carioca. O zagueiro, que foi a primeira contratação da gestão de Alexandre Mattos, foi vendido por cerca de R$ 32 milhões em valores da época, mas o valor da sua contratação subiu para R$ 40 milhões com a permanência do Vasco na Série A em 2024. A venda de João Victor é um dos primeiros sinais de que a gestão de Alexandre Mattos não conseguiu fazer jus aos valores investidos nos reforços do Vasco.
A crítica à gestão da SAF do Vasco
A venda de João Victor é um dos principais alvos de crítica da gestão de Pedrinho quanto à saúde financeira da SAF do Vasco. O presidente já declarou publicamente que a “folha salarial superfaturada” e os valores pagos pela 777 em transferências de jogadores que não corresponderam em campo são exemplos de má gestão.
O mercado do Cartola vai fechar
Com a saída de João Victor, o Vasco pode intensificar as conversas para contratar um substituto nesta janela de transferências. Carlos Cuesta é o principal alvo do clube neste momento.
A escaladação base do Vasco
A espinha dorsal da equipe foi montada por Paulo Bracks, Lúcio Barbosa e Pedrinho/Marcelo Sant’anna. A escaladação base do Vasco é composta por Léo Jardim, Paulo Henrique, Mauricio Lemos, Lucas Freitas, Lucas Piton, Hugo Moura, Tchê Tchê, Nuno Moreira, Coutinho, Rayan e Vegetti.
A negociação de João Victor
João Victor, de 26 anos, custou 6 milhões de euros (R$ 32 milhões em valores da época) quando foi contratado pelo Vasco, mas o valor da sua contratação subiu para 7 milhões de euros com a permanência do Vasco na Série A em 2024.

Escritor especializado em cobrir notícias sobre o mundo do futebol. Apaixonado por contar as histórias por trás dos jogos e dos jogadores







