A performance do Sport Club Corinthians Paulista em cobranças de pênaltis tem sido motivo de crescente preocupação entre torcedores e analistas esportivos. Em 2026, o clube paulista demonstra uma notável dificuldade em converter a oportunidade de marcar de 11 metros em gol, um fator que tem custado pontos preciosos em competições importantes como o Campeonato Paulista. A recente falha de Memphis Depay no Dérbi contra o Palmeiras apenas expôs uma fragilidade que se arrasta há algum tempo, colocando em xeque a capacidade do time em momentos decisivos.
A Crise Corintiana nas Cobranças de Pênalti: Um Panorama Geral
Nos últimos doze meses, o Corinthians apresenta o pior desempenho em cobranças de pênalti entre os clubes da Série A do Campeonato Brasileiro. Essa estatística alarmante revela uma tendência preocupante, que vai além de meros tropeços pontuais. O clube alvinegro converteu apenas metade das suas cobranças, um índice significativamente inferior ao de seus principais concorrentes. Em um futebol cada vez mais competitivo, onde detalhes podem definir o sucesso ou o fracasso, a incapacidade de transformar pênaltis em gols se torna um fardo pesado para o time.
Contraste com os Líderes: Eficiência Versus Desperdício
Enquanto o Corinthians luta para encontrar o caminho das redes em cobranças de pênalti, outros clubes da elite nacional demonstram uma eficiência notável nesse fundamento. Equipes como Red Bull Bragantino, Botafogo e Santos ostentam um aproveitamento de 100%, convertendo todas as suas oportunidades em gol. Em contrapartida, o Corinthians acumulou apenas cinco gols em dez tentativas, um índice que o coloca na última posição do ranking da Série A, empatado apenas com o Remo, que teve um volume menor de cobranças. A disparidade entre o desempenho do Corinthians e o de seus rivais é gritante, evidenciando uma lacuna clara em termos de técnica, confiança e preparo mental.
O Impacto Direto nos Resultados: Pontos Perdidos e Pressão Crescente
A baixa eficiência nas cobranças de pênalti tem se traduzido em perdas de pontos importantes para o Corinthians. Em 2026, a equipe ainda não conseguiu marcar em nenhuma cobrança de pênalti, um fato que pesa consideravelmente na tabela de classificação do Campeonato Paulista. Os erros de Yuri Alberto contra o Santos, na Vila Belmiro, e de Memphis Depay no clássico contra o Palmeiras, em Itaquera, exemplificam como a falha em converter a penalidade máxima pode custar caro para o time. Além do impacto direto nos resultados, a situação gera uma pressão adicional sobre os jogadores, que passam a encarar as cobranças com receio e insegurança.
Análise Técnica e Psicológica: O Que Está Acontecendo?
A crise corintiana nas cobranças de pênalti pode ser atribuída a uma série de fatores, tanto técnicos quanto psicológicos. A falta de um cobrador principal definido, a ausência de treinamento específico para esse tipo de situação e a pressão excessiva sobre os jogadores são alguns dos elementos que podem estar contribuindo para o problema. É fundamental que a comissão técnica do Corinthians identifique as causas da baixa eficiência e adote medidas corretivas para reverter a situação. Isso pode incluir a definição de uma lista de cobradores, a realização de treinos intensivos de cobranças de pênalti e o trabalho com psicólogos esportivos para fortalecer a confiança dos jogadores.
O Futuro das Cobranças de Pênalti no Corinthians: Expectativas e Desafios
A torcida corintiana espera que a diretoria e a comissão técnica tomem medidas urgentes para solucionar a crise nas cobranças de pênalti. A equipe precisa urgentemente melhorar seu desempenho nesse fundamento para voltar a brigar por títulos e conquistar resultados positivos. O desafio é grande, mas não impossível. Com o investimento adequado em treinamento, a definição de um esquema de cobranças eficiente e o apoio da torcida, o Corinthians pode superar essa dificuldade e voltar a converter pênaltis em gols, transformando a fragilidade em força e o desperdício em vitória. A busca por soluções e a implementação de estratégias eficazes são cruciais para garantir que o clube paulista não continue a sofrer com a falta de precisão nas cobranças de pênalti em 2026 e nos anos seguintes.

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