A Liga dos Campeões 2025/26 está a todo vapor, e a disputa pela artilharia por país tem se mostrado cada vez mais acirrada. Nesta rodada, a Inglaterra reafirmou sua força ao ampliar sua vantagem na liderança, enquanto a Espanha deu um salto impressionante na tabela, impulsionada por atuações individuais memoráveis. O Brasil, apesar de manter um bom desempenho, viu sua posição ser alterada, demonstrando a competitividade do torneio.
Inglaterra dispara na liderança com show de artilheiros
A Inglaterra consolidou sua posição como a nação com o maior número de gols na atual edição da Liga dos Campeões 2025/26. Após a terceira rodada, os ingleses alcançaram a expressiva marca de 24 tentos anotados, sendo oito deles somente nesta última série de jogos. A diferença para a segunda colocada, a França, dobrou, passando de três para seis gols. Diversos jogadores de nacionalidade inglesa brilharam em campo, contribuindo para essa hegemonia. Harry Kane, peça fundamental do Bayern de Munique, marcou um dos gols na goleada de 4 a 0 sobre o Club Brugge. Marcus Rashford, do Barcelona, teve uma noite inspirada, anotando dois gols na vitória categórica de 6 a 1 contra o Olympiacos. O Newcastle também fez sua parte, com dois gols de Barnes e um de Gordon na vitória por 3 a 0 sobre o Benfica. O jovem Bellingham garantiu a vitória apertada do Real Madrid sobre a Juventus com um gol solitário, enquanto Tyrique George deixou sua marca na goleada do Chelsea por 5 a 1 diante do Ajax. Essa atuação coletiva demonstra a força e a profundidade do futebol inglês no cenário europeu.
Espanha ascende vertiginosamente e conquista o pódio
A Espanha protagonizou uma ascensão meteórica na classificação de artilharia por país. Com um desempenho avassalador, foram dez gols marcados por jogadores espanhóis entre terça e quarta-feira. Essa performance excepcional permitiu que a nação saltasse da sexta para a terceira posição, ultrapassando Brasil, Alemanha e Portugal em um verdadeiro “atropelo”. A semana foi marcada por exibições individuais brilhantes. Fermín López, do Barcelona, foi o grande destaque ao marcar um hat-trick na goleada de sua equipe contra o Olympiacos. Aleix García, volante com faro de gol, contribuiu com dois tentos para o Bayer Leverkusen, demonstrando sua versatilidade. O centroavante Guruzeta também se destacou, balançando as redes em duas oportunidades pelo Athletic Bilbao. Complementando a lista de artilheiros espanhóis, Lamine Yamal converteu um pênalti pelo Barcelona, o meia Navarro deixou o seu pelo Bilbao, e o atacante Guiu abriu caminho para a vitória do Chelsea, evidenciando a renovação e o talento emergente no futebol espanhol.
Brasil mantém bom desempenho, mas cede posições
Apesar de um bom desempenho ofensivo, o Brasil acabou perdendo uma posição na tabela de artilharia por país, caindo do terceiro para o quarto lugar. A profusão de gols das seleções concorrentes, especialmente da Espanha, fez com que a diferença aumentasse. No entanto, a participação brasileira na rodada foi notável, com cinco gols marcados por cinco jogadores diferentes. Na goleada de 4 a 0 do Arsenal sobre o Atlético de Madrid, os zagueiros Gabriel Magalhães e Gabriel Martinelli deixaram suas marcas, mostrando a capacidade defensiva e ofensiva da equipe. O jovem Estêvão protagonizou um momento especial ao marcar seu primeiro gol na Liga dos Campeões, um belo pênalti convertido contra o Ajax, que contribuiu para a vitória do Chelsea por 5 a 1. No confronto entre Sporting e Olympique de Marselha, mais dois gols brasileiros fizeram a diferença. Igor Paixão abriu o placar para os franceses, enquanto Alisson Santos, ex-Vitória, marcou o gol da virada para o Sporting. Com 14 gols acumulados até o momento, o Brasil se encontra a dez gols de distância da líder Inglaterra, e a pergunta que fica é: será que a seleção brasileira consegue alcançar a ponta?
A importância da nacionalidade na contagem de gols
É fundamental entender o critério utilizado para a contagem de gols por país na Liga dos Campeões 2025/26. A regra estabelece que a nacionalidade considerada é aquela da seleção que o jogador representa no momento em que marca o gol. Isso significa que jogadores com dupla nacionalidade ou que mudaram de representação nacional são contabilizados pela bandeira que defendem atualmente. Um exemplo prático é o de Matheus Nunes, que, embora nascido no Rio de Janeiro, no Brasil, defende a seleção de Portugal. Caso ele marque um gol nesta edição da Liga dos Campeões, seu tento será somado à estatística portuguesa, e não à brasileira. Essa regra garante a clareza e a justiça na competição, refletindo o cenário de representação nacional dos atletas no mais alto nível do futebol europeu.

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