Corinthians busca acordo com a Caixa para reduzir juros da dívida pela Neo Química Arena
A diretoria do Corinthians está trabalhando incansavelmente para encontrar um acordo com a Caixa Econômica Federal para reduzir os juros da dívida de R$ 670 milhões pela Neo Química Arena. A intenção do clube é buscar um modelo de pagamento mais viável, que não comprometa a sua estabilidade financeira. Os mandatários do Corinthians se reuniram com o presidente do banco, Carlos Antônio Vieira Fernandes, na última segunda-feira (23), em uma reunião que marcou o início das negociações.
Acordo vai ajudar ou atrapalhar o clube?
A Caixa Econômica Federal pretende apresentar em até 30 dias um novo modelo para o pagamento da dívida do clube pela Neo Química Arena, onde atualmente os valores ultrapassam R$ 670 milhões. A diretoria do Corinthians está confiante em chegar a um acordo que beneficie ambas as partes. O objetivo do clube é buscar uma redução na taxa de juros, que atualmente é calculada na taxa Selic + 2%, o que totaliza quase 18%.
Como estão as negociações?
A intenção do Corinthians é que os juros sejam estipulados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidos Amplo (IPCA), o que faria com que os números chegassem a 9%. Esse modelo de pagamento seria mais viável para o clube, pois permitiria que os recursos do naming right da Neo Química Arena, pagos pela Hypera Pharma, fossem utilizados para realizar o pagamento dos juros de forma mais eficiente. Além disso, a redução dos juros permitiria que o clube tenha mais liberdade para arcar com os pagamentos e aliviar os cofres do clube.
Como está o trabalho nos bastidores
Internamente, pessoas próximas à diretoria chegaram a cogitar que o Corinthians não quitasse o estádio a Caixa, onde teria como objetivo pressionar o banco a realizar o reajuste do modelo de pagamento. No entanto, a diretoria do clube está trabalhando para encontrar uma solução negociada, como destacou Romeu Tuma Júnior, presidente do Conselho Deliberativo, que afirmou que “todo mundo que deve tem de pagar, mas a gente tem a possibilidade de renegociar isso. A Caixa demonstrou que está aberta a essa renegociação e a gente tem de buscar a nossa parceira para fazer esse trabalho”.
Risco de não pagamento da dívida
É importante destacar que o risco de não pagamento da dívida é um cenário que não é bem-visto pela diretoria do Corinthians. A Caixa Econômica Federal é uma instituição financeira de grande porte e a não quitação da dívida poderia ter consequências graves para o clube, tanto financeiras quanto em termos de imagem. Além disso, a não quitação da dívida poderia afetar a credibilidade do clube em futuras negociações financeiras.
Consequências da não quitação da dívida
Se o Corinthians não pagar a dívida, a Caixa Econômica Federal poderia tomar medidas para recuperar os valores, como a venda da Neo Química Arena ou a exigência de pagamentos adicionais. Além disso, a não quitação da dívida poderia afetar a capacidade do clube de realizar negócios futuros, como a renovação de contratos de patrocínio ou a realização de jogos em casa. É importante que a diretoria do Corinthians trabalhe para encontrar uma solução negociada que beneficie ambas as partes.
Expectativa do Corinthians
A expectativa do Corinthians é que as negociações com a Caixa Econômica Federal sejam concluídas em um prazo razoável, permitindo que o clube continue a realizar seus objetivos esportivos e financeiros de forma sustentável. A diretoria do clube está confiante em chegar a um acordo que beneficie ambas as partes e permite que a Neo Química Arena continue a ser um importante veículo de marketing e arrecadação de recursos para o clube.
Conclusão
Em resumo, a diretoria do Corinthians está trabalhando incansavelmente para encontrar um acordo com a Caixa Econômica Federal para reduzir os juros da dívida de R$ 670 milhões pela Neo Química Arena. A intenção do clube é buscar um modelo de pagamento mais viável, que não comprometa a sua estabilidade financeira. É importante que a diretoria do Corinthians trabalhe para encontrar uma solução negociada que beneficie ambas as partes e permita que o clube continue a realizar seus objetivos esportivos e financeiros de forma sustentável.

Escritor especializado em cobrir notícias sobre o mundo do futebol. Apaixonado por contar as histórias por trás dos jogos e dos jogadores







