* O promotor Cássio Conserino, do Ministério Público de São Paulo, cobrou da diretoria do Corinthians o envio de documentos solicitados há mais de um mês para investigar supostas irregularidades nos gastos do clube nas gestões de Andrés Sanchez, Duílio Monteiro Alves e Augusto Melo.
* O presidente Osmar Stabile e o presidente do Conselho Deliberativo, Romeu Tuma Júnior, foram alertados sobre a necessidade de atender às requisições do MP durante seus depoimentos em 14 de agosto.
* O promotor argumenta que a diretoria do Corinthians não respondeu os e-mails e não cumpriu as requisições do MP, o que pode levar à instauração de inquérito policial pelo crime de desobediência.
O Ministério Público de São Paulo está investigando supostas irregularidades nos gastos do Corinthians nas gestões de Andrés Sanchez, Duílio Monteiro Alves e Augusto Melo. O promotor Cássio Conserino, responsável pela investigação, cobrou da diretoria do clube o envio de documentos solicitados há mais de um mês. As requisições incluem faturas de cartões de créditos e relatórios de despesas da presidência nos períodos de 2018 a 26 de maio de 2025. A diretoria do Corinthians foi alertada sobre a necessidade de atender às requisições do MP durante seus depoimentos em 14 de agosto. No entanto, o promotor argumenta que a diretoria do clube não respondeu os e-mails e não cumpriu as requisições do MP.
Investigação do Ministério Público: o que está em jogo
A investigação do Ministério Público visa apurar se houve o cometimento dos crimes de apropriação indébita, estelionato, furto qualificado, falsidade ideológica e associação criminosa. Inicialmente, a investigação tinha sido aberta para apurar a suposta utilização indevida de cartões de crédito nas gestões de Andrés e Duílio. Depois, passou a averiguar também as despesas da presidência, a partir de um relatório revelado pelo ge, e o uso do cartão corporativo na administração de Augusto.
O papel do presidente Osmar Stabile
O presidente Osmar Stabile e o presidente do Conselho Deliberativo, Romeu Tuma Júnior, foram alertados sobre a necessidade de atender às requisições do MP durante seus depoimentos em 14 de agosto. No entanto, o promotor argumenta que a diretoria do clube não respondeu os e-mails e não cumpriu as requisições do MP.
A resposta da assessoria de imprensa do Corinthians
O ge procurou a assessoria de imprensa do Corinthians para pedir um posicionamento sobre a investigação. No entanto, não houve resposta até o momento. Isso significa que a diretoria do clube não respondeu as requisições do MP e não cumpriu as ordens do promotor Cássio Conserino.
A possibilidade de instauração de inquérito policial
O promotor Cássio Conserino cobrou o fornecimento das faturas de cartões de créditos e os relatórios de despesas da presidência nos períodos de 2018 a 26 de maio de 2025 no prazo de 24 horas. Se a diretoria do clube não cumprir as requisições, o MP pode requisitar a instauração de inquérito policial pelo crime de desobediência.
Consequências para o Corinthians
A instauração de inquérito policial pode ter consequências graves para o Corinthians, incluindo a possibilidade de afastamento de seus dirigentes e até mesmo a perda de pontos em competições. Além disso, a investigação pode afetar a imagem e a credibilidade do clube em todo o país.
Quais são as próximas etapas?
A próxima etapa da investigação será a resposta da diretoria do Corinthians às requisições do MP. Se a diretoria do clube não cumprir as requisições, o MP pode requisitar a instauração de inquérito policial. Além disso, a investigação pode continuar e se ampliar para outras áreas do clube.

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