**Resumo do Choque-Rei entre São Paulo e Palmeiras**
A 27ª rodada do Brasileirão Betano foi marcada por uma polêmica arbitragem de Ramon Abatti Abel no confronto entre São Paulo e Palmeiras. O principal lance foi a decisão do juiz em não marcar um pênalti a favor do Palmeiras, no 2° tempo do jogo. Após o apito final, as duas equipes se pronunciaram sobre o que aconteceu no Morumbis, com reclamações do Palmeiras em relação à expulsão de Bobadilla, à não marcação de falta em Vitor Roque e à não marcação de pênalti de Alan Franco e Cotovelada de Alan Franco em Sosa.
A diretoria do Palmeiras aguarda as atualizações sobre o jogo, enquanto a CBF entrou no polêmico clássico. De acordo com informações de Marcel Rizzo, a alta cúpula da arbitragem da CBF entende que houve uma falha coletiva na não marcação do pênalti a favor do São Paulo diante do Palmeiras. Além disso, Ramon Abatti Abel foi criticado por não ter marcado o pênalti sem a ajuda do VAR.
**O efeito borboleta por conta de Ramon Abatti Abel**
A não marcação do pênalti por Ramon Abatti Abel continua sendo o principal assunto no futebol nacional. A 27ª rodada do Brasileirão Betano contou com a polêmica arbitragem do juiz em São Paulo x Palmeiras, no Morumbis. O principal lance foi a decisão do juiz em não marcar o pênalti a favor do Palmeiras, no 2° tempo do jogo.
A princípio, a análise interna da CBF é de que Ramon Abatti Abel deveria ter marcado o pênalti sem a ajuda do VAR. Todavia, por ser um lance rápido, o árbitro poderia entender que houve apenas um “encontrão”. Dessa maneira, na análise da comissão, o principal erro foi da equipe do VAR, liderada pelo Ilbert Estevam da Silva, que deveria recomendar uma revisão do lance por ser um erro “claro e óbvio”.
**CBF entra no polêmico clássico**
A CBF entrou no polêmico clássico entre São Paulo e Palmeiras, com a alta cúpula da arbitragem entendendo que houve uma falha coletiva na não marcação do pênalti a favor do São Paulo diante do Palmeiras. De acordo com informações de Marcel Rizzo, a análise interna é de que Ramon Abatti Abel deveria ter marcado o pênalti sem a ajuda do VAR.
Além disso, a CBF também revisou o lance de Andreas Pereira, que poderia ter uma revisão com o auxílio do VAR, resultando na expulsão do meio-campista do Palmeiras. O lance foi reclamado pelo São Paulo, que também se pronunciou sobre o que aconteceu no Morumbis.
**São Paulo x Palmeiras segue sendo polêmica**
A notícia do Choque-Rei entre São Paulo e Palmeiras continua sendo polêmica, com as reclamações do Palmeiras em relação à expulsão de Bobadilla, à não marcação de falta em Vitor Roque e à não marcação de pênalti de Alan Franco e Cotovelada de Alan Franco em Sosa. A diretoria do Palmeiras aguarda as atualizações sobre o jogo.
Além disso, Vitor Roque também foi criticado por uma publicação polêmica no Instagram, que mostrava um tigre mordendo um veado. O atacante rapidamente excluiu a foto, mas corre o risco de sofrer uma punição do STJD. Até o momento, nada foi definido em torno da postura do jovem atleta.
**Consequências do Choque-Rei**
O Choque-Rei entre São Paulo e Palmeiras pode ter consequências importantes para as duas equipes. A não marcação do pênalti e a expulsão de Bobadilla podem ter afetado o resultado do jogo, que foi vencido pelo São Paulo por 3 a 2.
Além disso, a polêmica arbitragem também pode afetar a confiança das equipes no futebol nacional. A CBF deve tomar medidas para garantir que os jogos sejam realizados de forma justa e imparcial. A equipe do VAR também deve revisar sua análise do lance para evitar erros semelhantes no futuro.
**Futuro do futebol nacional**
O Choque-Rei entre São Paulo e Palmeiras é um exemplo de como a polêmica arbitragem pode afetar o futebol nacional. A CBF deve tomar medidas para garantir que os jogos sejam realizados de forma justa e imparcial, para evitar que a confiança das equipes seja afetada.
Além disso, a equipe do VAR também deve revisar sua análise do lance para evitar erros semelhantes no futuro. O futebol nacional precisa de uma arbitragem justa e imparcial para garantir que os jogos sejam realizados de forma equitativa.
A CBF deve também garantir que as equipes sejam tratadas de forma justa e imparcial, sem que a arbitragem seja influenciada por interesses ou pressões externas. O futebol nacional precisa de uma arbitragem independente e imparcial para garantir que os jogos sejam realizados de forma justa e equitativa.

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